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Mostrando postagens de junho, 2017

Um poema sobre a dama do mundo

Eu ainda caminho, depois e depois...  Já não sinto meus pés  e meus passos também já não encontro - sou todo horizonte. Teu quarto                  é                     apenas                                  Lembrança. Será esperança? Ainda gosto de ouvir o som da chuva batendo no toldo. Eu era o Toldo? Você era a Chuva? Maldita mania de não se abrir, de se entregar apenas aos versos. Já não tenho mais metáforas para decifrar, apenas o frio de uma noite                       e um desejo infinito. Teus pelos castanhos, tua pele marfim, o jeito que seu corpo mergulhava no meu.  Ninguém jamais me olhou como você,  Ninguém jamais me olhou, ninguém...  Escolhi o certo, fui cor...