domingo, 5 de julho de 2020


Toda prosa presa, verso
livre não
quero preso;
meu corpo ao teu, meu gosto ao teu.
Atado queima
a cama, a casa, o credo...

Toda prosa penso, 
canto
todo o encanto dos teus cantos.

Pescoço, costas, percorro,
arranho 
e mordo.
Sinto todo teu tremer.

Toda prosa é pele tua, é pelo teu.
Falta ar,
falta tempo, falta vida. Desejo,
desejo-fome, tanta é a fome,
que
morrer de Amar eu Sou.  



Aparente-se

atravesso-me em momentos e entre solstícios do tempo, reproduzo as cores do futuro-passado; de toda sorte, procuro o escondido  de cada p...