Rio,
em tuas casas
eu me aprendi abrigo
e me forjei
em tons do mar que abraça infinito.
em tuas casas
eu me aprendi abrigo
e me forjei
em tons do mar que abraça infinito.
Rio,
sobre tuas ruas desfilei-me encanto,
respirei-me em versos
e me compus humano.
Rio,
me vi espelho
em tuas mil humanidades
e em cada uma das tuas deidades
(do repique-sacro do desfile
aos braços abertos a acolher).
Rio,
por favor,
converse com Sebastião
(minha
saudade-musa),
sobre
poetar ao mundo
tua gira de beleza
e poesia.