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Mostrando postagens de maio, 2019
Des-afogo para além, aquém de todas as formas e de todas as fôrmas. O amar-go cura?
                     à Carlos Drummond de Andrade Joana amava Fernando que amava Joana que casou com Thiago que amava Fernando que casou com Adriano que amava Alberto que casou Vanessa que nunca amou ninguém. Francisco, que sempre amou todo mundo, preferiu viver de poesia. 
Olhos verdes  fecham, oráculos mentem, cordões arrebentam, e amores passam. É hora de seguir.
O bisavô escravocrata, o avô eugenista, o pai amava vargas e o filho faz arminha. O preconceito, no Brasil, é uma tradição familiar.

Distopia

A conservadora tinha amante, o Filósofo esperança. A Psicanalista era confusa, o Professor depressivo. A Aluna frívola, o Separado carente. A Ambientalista possessiva, o Estudante desinteressado. A Publicitária é passado e o Poeta está morto.