à Carlos Drummond de Andrade Joana amava Fernando que amava Joana que casou com Thiago que amava Fernando que casou com Adriano que amava Alberto que casou Vanessa que nunca amou ninguém. Francisco, que sempre amou todo mundo, preferiu viver de poesia.
A conservadora tinha amante, o Filósofo esperança. A Psicanalista era confusa, o Professor depressivo. A Aluna frívola, o Separado carente. A Ambientalista possessiva, o Estudante desinteressado. A Publicitária é passado e o Poeta está morto.