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Mostrando postagens de outubro, 2019

Um tanto poético

Nem tanto ao céu e nem tanto ao norte; nem tanto ao corte suplantado e ao peito fraco  fundamentado - subtraído, subjugado e subalternizado. Nem tanto ao inferno e nem tanto ao Sul; nem tanto a cura impositiva e a liberdade restritiva – escancarada, alargada e amparada. Nem tanto? Tudo é tanto e eu só quero o pouco. O pouco do beijo, do gosto, do corpo pesando, de tudo que é posto e que se imposto jamais seria. Nem tanto? Nada é tanto. Não cabe a forma na fôrma que pinto, ultrapassa – transborda, desenhando novos limites. Nada é tanto. No entanto, ainda, espero encanto.