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Mostrando postagens de março, 2020

Poema para um pós-mundo-pandêmico

Nunca mas serei o mesmo Nunca mais o mesmo Nunca Serei Nunca mais Nunca Nunca mais Serei Nunca.

Atotô

Silêncio! Silêncio, escuta,  espera.  S ilêncio,  segura a fera e cura a alma doente. Silêncio! Silencio, serena: a fala a fé  a força, o olhar. Acolhe... Silêncio, caminhe...