Toda prosa presa, verso livre não quero preso; meu corpo ao teu, meu gosto ao teu. Atado queima a cama, a casa, o credo... Toda prosa penso, canto todo o encanto dos teus cantos. Pescoço, costas, percorro, arranho e mordo. Sinto todo teu tremer. Toda prosa é pele tua, é pelo teu. Falta ar, falta tempo, falta vida. Desejo, desejo-fome, tanta é a fome, que morrer de Amar eu Sou.
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