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Mostrando postagens de novembro, 2020
Poesia espelho,  pedra terço.    Poesia café, ponte história. Poesia basta.

Horizonte-quarto e rua-Morte

O tempo passa e-nada-muda. Os dias são iguais, as horas correm iguais.  Iguais: janelas-grades, portas-grades.  Meu sono não amanhece. Permaneço, palíndromicamente, pendulando entre o desespero e a indiferença. Março-dezembro se aproxima, i n c a n s a v e l m e n t e   PERDURO. 
João fala de árvores, mas Alfredo entende comunismo. Helena, por sua vez,  argumenta sobre sua pesquisa e Fernando, que não entende nada do assunto, afirma que é tudo "questão de opinião". Francisco, poeta manquitolante, que  se interessa pelo o "impoderável" na vida, sorri ao escutar que sua a poesia é obscura.