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Desabrigo (02 de fevereiro)

Acendo um cigarro e  mais outro, só para testar a fome de morte que me assola, que me enlouquece  e as vezes encanta. Estou sujo, coberto de ódio  e desespero (infinita solidão). É tudo vazio e mentira? Mentiu-se sobre tudo? Houve amor no abandono? Sexo sobre lágrimas - ignore as lágrimas,  o gozo é mais intenso e  a mágoa também... Não há abrigo e nem Rio para atravessar. Os poetas estão mortos, Cecília  não é verso e nem criança. (a  filha  que  nunca  irei  conhecer). Perdido  abandono o amor que nunca soube amar.