Caída
entre
o verso e a linha, respira
a lágrima tardia: fome.
É dor o que sinto
e
feito vento some.
Pra onde vai? Não sei,
pouco importa.
Estás morta,
enterrada,
extinta entre os versos.
atravesso-me em momentos e entre solstícios do tempo, reproduzo as cores do futuro-passado; de toda sorte, procuro o escondido de cada p...
Nenhum comentário:
Postar um comentário