Caída
entre
o verso e a linha, respira
a lágrima tardia: fome.
É dor o que sinto
e
feito vento some.
Pra onde vai? Não sei,
pouco importa.
Estás morta,
enterrada,
extinta entre os versos.
Eu teria te amado mil vezes por mil dias em mil momentos diferentes e depois te amaria em cada espaço restante destas mil vezes dos mil dias...
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