O corpo poético-filosófico
"É o corpo, portanto, que se esforça para extrair encontros do acaso e, no encadeamento das paixões tristes, organizar os bons encontros" (Deleuze, Espinosa e o problema da expressão) O beijo ancora o tenso-firme e o gosto-raro aclara a fome -pura pretéritamente-imperfeita. O terço reluz o suor-ritmo e o acaso-cor encontra o tempo -gozo pretéritamente-futuresco. O corpo registra o peso-marca e a saudade-estrada desenha a possibilidade -nós futuramente-subjunta.