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Mostrando postagens de novembro, 2021

O corpo poético-filosófico

"É o corpo, portanto, que se esforça para extrair encontros do acaso e, no encadeamento das paixões tristes, organizar os bons encontros" (Deleuze, Espinosa e o problema da expressão) O beijo ancora o tenso-firme  e o gosto-raro  aclara a fome -pura pretéritamente-imperfeita.  O  terço reluz o suor-ritmo e o acaso-cor encontra o tempo -gozo pretéritamente-futuresco.  O corpo registra o peso-marca  e a saudade-estrada desenha a possibilidade -nós futuramente-subjunta.   

Poema falso

Quero sentir o nós no teu corpo,  sentir o nós no teu gosto, o nós no teu quadril, nós no teu nós, no teu Eu, teu gozo, você.