O corpo poético-filosófico

"É o corpo, portanto, que se esforça para extrair encontros do acaso e, no encadeamento das paixões tristes, organizar os bons encontros"
(Deleuze, Espinosa e o problema da expressão)

O beijo
ancora o tenso-firme 
e o gosto-raro 
aclara
a fome-pura pretéritamente-imperfeita. 

O  terço
reluz o suor-ritmo
e o acaso-cor
encontra
o tempo-gozo pretéritamente-futuresco. 

O corpo
registra o peso-marca 
e a saudade-estrada
desenha
a possibilidade-nós futuramente-subjunta. 


 

Comentários

Anônimo disse…
❤️

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