Eu, se não nascesse Eu, nasceria
Outro; seria radicalmente outro-eu,
sem nenhuma semelhança. Então,
como posso
condenar um Eu
que poderia ser o meu,
se nasce Eu ao invés de outro-eu,
por ser exatamente o Eu que ele é?
Eu teria te amado mil vezes por mil dias em mil momentos diferentes e depois te amaria em cada espaço restante destas mil vezes dos mil dias...
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