Eu, se não nascesse Eu, nasceria
Outro; seria radicalmente outro-eu,
sem nenhuma semelhança. Então,
como posso
condenar um Eu
que poderia ser o meu,
se nasce Eu ao invés de outro-eu,
por ser exatamente o Eu que ele é?
O tempo do ontem desabou num outro ontem, ontem de tanques e de des_parecimentos. Da era das pessoas nas redes à era das pessoas em ...
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