O tempo do ontem desabou num outro ontem,
ontem de tanques
e
de des_parecimentos.
Da era das pessoas nas redes
à era das pessoas em redes.
e
de des_parecimentos.
Da era das pessoas nas redes
à era das pessoas em redes.
O passado virou presente,
depois futuro
– ainda há uma parte deles em nós.
A caneta pesa um revólver
e a palavra uma bala de prata:
não professo aqui
a temperança da igualdade-medo, mas
a proposição humanística da liberdade-voz.
não caminho aqui
no vazio da trêmula intelectualidade, mas
na condição do passo sempre próximo do próximo passo;
enfim,
não me redijo em sórdida glória miliciana, mas
no direito gritado: ele(s) não, ele(s) nunca mais
a proposição humanística da liberdade-voz.
não caminho aqui
no vazio da trêmula intelectualidade, mas
na condição do passo sempre próximo do próximo passo;
enfim,
não me redijo em sórdida glória miliciana, mas
no direito gritado: ele(s) não, ele(s) nunca mais