Sobre a morte do Amor

O amor morreu esta manhã,
disperso por “nãos”
ele se foi.

Feito areia ao vento,
ele se foi
para além dos acasos

de todos os silêncios,
de todas as baias
e
das cidades vigiadas por Deus.

O Amor se foi: 
partido
e sem aviso, 
“prenho” de mágoa

expectativas.

Ele se foi: Carente por braços,
abraços e 
                  E s  p   a     ç    o      s.

Ele se foi, 
submerso 
em seus próprios anseios,
em seus medos criados,
no vazio das desilusões

em sua felicidade imprópria. 
             
O amor morreu esta manhã...    

             

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