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Ode a uma intensa noite que nunca existiu

Minhas mãos descobrem
e encobrem teu corpo
- cabelos, rosto, seios, ventre;
me encontro em cada esquina
e em cada gemido que dás.

Minha boca explora teus segredos,
teus desejos mais sombrios,
teu mudismo 
e vibrar. 
            
Meu hálito percorre tuas partes,
tuas costas,
tua nuca 
teu suar.   

Meu corpo desvenda teus desejos.
Não há razão,
                         apenas ritmo... 

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Jóquei

acordei, já era tarde, troquei o almoço pelo fino trato da aurora; não me desabotoei das lembranças, quis o filme tolo e a cerveja estupidamente gelada; não resisti. Folheando o livro da Campilho retornei:
Se eu me sobrevivo como saber se canto ou morte, se dor ou gozo? Se eu me sobrevivo como saber se letra ou lágrima, se sorriso ou lamento? Gostaria de ir-me por completo, p or partes, desde que eu-me-vá .